Dani Fechine

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Graduanda em Jornalismo. Conta histórias da vida, do que escuta, do que observa, do que lê e do que vive. É uma amante da vida real, mas não larga sua própria ficção. Escreve também no seu Blog Pessoal, o Escrever Para Não Implodir.
Entrevista com Gregório Duvivier falando sobre a sua vida profissional, bem como declarando opiniões a respeito de determinados temas que costuma tratar em suas colunas, como a religião e a legalização da maconha.
Talvez não fosse um bar o ambiente mais propício para uma entrevista, mas tratando-se de Xico Sá não poderia ser diferente. Numa conversa descontraída entre amigos jornalistas e cerveja gelada, Xico Sá falou da vida e da carreira.
A realidade escancarada e diária da relação entre empregadores e domésticas.
Tornar palpável quem sempre foi invisível. É o que fez e faz Eliane Brum, no livro "A Vida Que Ninguém Vê", a assustadora história da realidade. É um oásis de aprendizagem, um livro de entrelinhas, como o jornalismo literário. Um livro que torna viva a profissão e respirando sem aparelhos.
Nos últimos dias resolvi despertar Robin Williams. E, como consequência da minha ação, despertei-me junto a ele. Aprendi um pouco sobre a vida em “Tempo de Despertar” (Awakenings), filme de 1990 dirigido por Penny Marshall e baseado no livro do neurologista Oliver Sacks.
O livro O Olho da Rua (2008, Eliane Brum) é a caricatura fiel do jornalismo literário. Dividido em 10 grandes reportagens, Eliane viaja (muitas vezes literalmente) por um Brasil que nós, das matérias factuais, não imaginamos existir.
Cansastes? Assume ou continua. Mas, saibas: em nenhum dos dois o caminho a trilhar é simples.
Nos últimos dias ouvi de uma amiga um desabafo raivoso. Forte. Transformei a história de amor, em carta.
Entre o limiar do susto e da conclusão do assalto: o medo, o trauma, a desconfiança.