Dani Fechine

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Graduanda em Jornalismo. Conta histórias da vida, do que escuta, do que observa, do que lê e do que vive. É uma amante da vida real, mas não larga sua própria ficção. Escreve também no seu Blog Pessoal, o Escrever Para Não Implodir.
'Agora sou eu contra eu mesmo', dizia sempre que algo a decepcionava. Fechou-se no seu mundo. Era uma autista ciente dos problemas que enfrentava.
'Fazer jornalismo é produzir memória'.
Dentro do ônibus temos duas escolhas: esperar, sem paciência, pela ponto de descida. Ou observar e refletir.
Da rotina vive o homem. Mas não necessariamente dela sobrevive.
O tempo passa. As eleições também. Mas as pessoas ficam. E mudam.
O Diário de Anne Frank é atemporal e merece, invariavelmente, todas as homenagens e agradecimentos possíveis. A minha segunda homenagem: uma carta.
A Copa do Mundo de futebol não nos trouxe tantas alegrias. Hoje a gente muda o campo, muda o nome, mas disputa uma faixa de campeão verde e amarela.
Para alguns, a paixão só dura 3 anos. Para outros ela transcende a morte.
Hoje é o dia deles. Eles merecem as honras. Eles merecem o mundo.