Dani Fechine

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Graduanda em Jornalismo. Conta histórias da vida, do que escuta, do que observa, do que lê e do que vive. É uma amante da vida real, mas não larga sua própria ficção. Escreve também no seu Blog Pessoal, o Escrever Para Não Implodir.
Da inevitabilidade da morte, o que fica, sobretudo, é o respeito.
O sangue me mantém viva e lúcida para compreender que amor não tem nada a ver com sangue ou família. Família é que tem a ver com amor.
Os sonhos morrem desde muito cedo. Mas o que tenho a dizer é que certas coisas não precisamos aprender a nos despedir.
Para uma mulher que escreve tudo é questão de poesia. Ou prosa. Cada texto é quase. Quase um livro. Cada texto é muito. Muito amor.
A questão é que 'A Vida é Bela' dispensa premiações. É maior. É um exemplo pros anos 40, 90, 2000 e para todas as futuras gerações.
25 de julho, dia do escritor. Parabéns aos que, no papel, desenham com o coração. Aos que colocam em letras uma verdade que escancara o coração.
O mundo foi criado para o amor, para amar. Nós fomos criados para doar esse amor. Somos mediadores do sentimento mais óbvio, urgente e necessário do mundo.
No século XXI ama-se tudo. Ama-se pela palavra e não mais pelo coração. Estamos trocando a felicidade pela alegria.
Luan Estilizado: antes e depois do SuperStar. Uma observação pertinente num texto de Faryas e Albuquerque.
Foi a educação que fez a Alemanha ser maior. Nesse país que ainda não foi considerado o do futebol, todos os jogadores precisam, primeiramente, concluir o Ensino Médio.