Dani Fechine

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Graduanda em Jornalismo. Conta histórias da vida, do que escuta, do que observa, do que lê e do que vive. É uma amante da vida real, mas não larga sua própria ficção. Escreve também no seu Blog Pessoal, o Escrever Para Não Implodir.
...permita-se, liberte-se, entregue-se. Quando a felicidade chegar não se afobe, não se engrandeça, não anseie. Apenas espere, observe a absorva.
Famílias em Gaza foram destruídas. Crianças e idosos foram mortos. O cessar–fogo permanente foi acordado, mas eu pergunto: a guerra acabou?
Sobre querer escrever e não conseguir: estar atarefada é um passo indispensável para a tomada de inspiração. Desocupação é uma ocupação dispensável.
Da inevitabilidade da morte, o que fica, sobretudo, é o respeito.
O sangue me mantém viva e lúcida para compreender que amor não tem nada a ver com sangue ou família. Família é que tem a ver com amor.
Os sonhos morrem desde muito cedo. Mas o que tenho a dizer é que certas coisas não precisamos aprender a nos despedir.
Para uma mulher que escreve tudo é questão de poesia. Ou prosa. Cada texto é quase. Quase um livro. Cada texto é muito. Muito amor.
A questão é que 'A Vida é Bela' dispensa premiações. É maior. É um exemplo pros anos 40, 90, 2000 e para todas as futuras gerações.
25 de julho, dia do escritor. Parabéns aos que, no papel, desenham com o coração. Aos que colocam em letras uma verdade que escancara o coração.