Guilherme Espir

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Publicitário em formação, zappamaníaco e escritor de fundo de quintal fissurado em música tal qual um viciado à espera da próxima dose, neste caso aguardando em abstinência para o próximo disco.
O Let's Zappalin' segue reverberando a obra Zappiana por aí. E para seguir os trabalhos, o convidado para mais uma sessão de improvisos será Ed Mann, percussionista de grande importância para a obra do gênio de Baltimore.
"A percussão não precisa agregar nada nem ter nada, ela já tem. A percussão pra mim é uma orquestra de timbres, eu uso a percussão como se fosse uma orquestra. Percussão não é pra quem toca mais rápido nem mais alto, eu procuro fazer música como percussão, essa é a diferença. Eu procuro contar histórias através de sons então eu entrei nessa área de sonoridade e fui explorando como se fosse uma orquestra".
Na noite do dia 31 a brisa do psicodélico evento da Abraxas foi mais forte e seu impacto mais profundo, formando as camadas de fumaça da noite com quatro atos: Mars Red Sky, Hierofante, Hammerhead Blues e Saturndust.
"Diana & Ross" é mais um álbum para entrar na lista "fase de ouro Motown", uma aula vocal lançada em 1973. A maneira como eles cantam faz o ouvinte se lembrar do sentimento orgânico, da beleza de juntar e ouvir um som tão belo e bem tocado como esse, repleto de detalhes e envolto por vozes sublimes, as melhores que existiam na época.
A Casa do Mancha é uma das casas mais especiais da cidade de São Paulo. Domingo (24/05), por exemplo, tocaram Macaco Bong, Bike e DaVala e o Núcleo Sujo. Todos chegaram sem frescura, mandaram um som, tomavam uma cerveja, trocavam ideias e além de boas músicas o que fica é justamente esse ambiente anti-rockstar.
Com os paulistas da Bombay Groovy o nirvana chega e ainda se mistura com nosso próprio DNA em prol da miscigenação musical. Leia a entrevista com a banda.
Zeca Baleiro resolveu reviver seus tempos de "cosplay de Zé Ramalho" e voltou para a capital paulista para promover o lançamento do DVD "Chão de Giz", um gloriosos tributo ao mito paraibano.
Temos aqui cerca de 10 minutos de um som que para variar é formidável. O trio é de uma criatividade soberba e o EP espanta pela alta qualidade instrumental uma vez mais.
Ver como o silêncio muda as coisas foi realmente chocante. Entrar no ônibus e notar a face de poucos amigos de seus frequentadores... Olhares frios e completamente passageiros que se cruzam, mas se mostram completamente indiferentes, é tudo muito individual e, sem música, o sentimento é ainda mais congelante.