Artigos e Crônicas

Dos consoles para as telonas: os videogames que viraram filmes

Embora não se compare à emoção de traçar o próprio caminho utilizando controles plugados em um console, o cinema conseguiu captar um pouco da essência desse entretenimento, que é tão popular em todo o mundo.

Como a internet está mudando o jeito de cozinharmos?

De todos os cantos em que a internet podia estar invadindo, é na cozinha que ela conquista um espaço cada vez mais soberano. Atualmente, é quase como se não conseguíssemos cozinhar sem a ajuda de um bom blog ou vídeo tutorial. Mas como isso tem afetado nossa relação com a cozinha? E com nossa própria alimentação?

Uma hora vai

Uma hora você aprende a respirar fundo e entender que mesmo os pássaros que estão voando alto ,eles também tiverem seu momento de alçar voo, a plataforma entre o chão e o céu. Uma hora foi... E você sabe para aonde está indo?

A Era da Liquidez: Parte V (Conexões Líquidas)

Conexões Líquidas

Nesta 5ª e última parte da série 'A Era da Liquidez', uma abordagem crítica e analítica sobre a virtualização de relações humanas através de redes sociais.

A Era da Liquidez: Parte IV (Consumo Líquido)

Consumo Líquido

Nesta 4ª parte da série 'A Era da Liquidez', um debate aprofundado sobre o consumismo na sociedade líquido-moderna inserida na cultura do lixo.

A Era da Liquidez: Parte III (Amor Líquido)

amor líquido

Nesta 3ª parte da série 'A Era da Liquidez', uma profunda análise das relações amorosas na atual sociedade líquido-moderna, caracterizada por Zygmunt Bauman.

A Era da Liquidez: Parte II (Tempos Líquidos)

Tempos líquidos

Nesta 2ª parte da série 'A Era da Liquidez', uma discussão sobre os atuais tempos líquidos da sociedade contemporânea: identidade, comunidade, política e trabalho.

Do que você está fugindo?

Constantemente fugimos de algo ou alguém. Dos problemas diários, das situações mal resolvidas, dos amores mal terminados. Fugimos até das nossas próprias dúvidas.

De Yummy à MaJu: Poder para o povo preto

O nosso momento é ainda de muito Yummy pra pouca MaJu, e a cor do sangue que se esvai ainda é a mesma. A luta não será filmada nem assistida, a luta deve começar em cada canto, em cada teto, para que o negro ocupe a maioria que lhe é cabida por espaço, não seja bloqueado e reprimido, que lhe caiba o que merece, não lhe interrompam caminhos nem lhe imponham barreiras.