Relatos

Balada segura pra quem?

Logo depois disso entraram no bar três pessoas de uma mesma família, pedindo que ligássemos pra RBS, pois o que estava acontecendo lhes faziam lembrar os dias da ditatura.

Fui espancado por um grupo de 13 policiais

Fui agredido pela única razão de estar com uma câmera na mão diante do abuso de poder de um representante das forças de segurança. Minha carteira da Federação Nacional dos Jornalistas, que ampliei e colei em uma antiga credencial para expor, ainda mais, minha condição não foi nenhum impedimento para que o soldado da Polícia Militar iniciasse a agressão.

Ontem foi domingo e me droguei muito

Ontem foi domingo e me droguei muito. Comecei por volta das 13h e só fui parar depois das 22h. Éramos uns poucos amigos e amigas, casais amigos, e quase todos se drogaram também. Uns mais e outros menos.

Minha experiência com o canto e a dança indígena

A apresentação do Toré, tradição milenar de canto e dança dos índios, representados pelo Tuxá de Rodelas, Pankararú, Kaimbé, Tumbalalá e entre outros povos indígenas da Bahia, durante o evento da calourada 2014.1 da Universidade Estadual de Feira de Santana – UEFS, proporcionou uma experiência inesquecível aos participantes, inclusive eu estava lá e registrei através das fotografias.

Vida Lóki & Próspera: Uma noite e uma conversa com um afável Arnaldo Baptista

Entrevista com Arnaldo Baptista na inauguração da mostra 'Uma Pessoa Só', no Epicentro Cultural, em São Paulo. A vernissage teve, além da exposição de seus desenhos, um pocket de show do Lóki e, na sequência, do músico Juliano Gauche.

Estudando Tom Zé: nem pop, nem tropicália

Meu primeiro contato profundo com Tom Zé aconteceu em 2009, segundo ano da faculdade. Inconscientemente eu sabia que ali estava alguém a se respeitar. Eu só não sabia exatamente por quê. Tom Zé para mim era uma imensa interrogação.

A província francesa que acaba de chegar

Fui. Na chuva. Pensado em que sorte eu tinha de estar ali. Que azar de estar há quase três horas tentando me localizar. Que sorte caminhar por essas ruas. Que azar não saber onde estava. Que sorte no azar tenho eu.

Uma madrugada explorando o mundo pelo Periscope

O Periscope é uma revolução nas comunicações e na forma como nos relacionamos. Há pessoas utilizando o app para fazer jornalismo, transmitir manifestações, playoffs da NBA, palestras, festas bizarras, caminhadas por cidades turísticas e outras coisas. Passei uma madrugada explorando o mundo pelo aplicativo e vi alguns streamings bem legais, mas também vi muito lixo, óbvio.

“A internet é onde as pessoas estão”

Paul Miller, jornalista americano de tecnologia, ficou um ano inteiro sem usar a internet, procurando buscar mais realidade em sua vida. Confira o relato da experiência um ano depois.