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De role por aí. Uma breve história deste homem que vos escreve, no ano de 2005 ingressei na faculdade de comunicação Jornalismo, saí de lá em 2011.

Em tese, jornalista formado está apto a escrever, basta encarar o mercado de trabalho encontrando uma embarcação e se atirar no mar revolto que é a comunicação e produzir conteúdo.

Minha primeira embarcação foi graças ao comandante João Carlos Tiburski (in memorian) ao acreditar no projeto Crônicas Faquianas, livro idealizado pelo amigo Pedro Klein no ano de 2006, este que escrevia crônicas em escala industrial . Já eu me atirava ao mar das palavras, lembro que na época queríamos ampliar o horizonte da “blogesfera”, materializando as crônicas em livro, que bela época. Deu certo e outros colegas da comunicação puderam participar da publicação.

Após este período enfrentei as ondas do rádio e das assessorias de imprensa, e algumas semanas venho me prometendo a voltar ao mundo das palavras, eis que me deparo com o La Parola, web site dos amigos dos tempos de faculdade Juliana Acco e Flaubi Farias, resolvi então propor embarcar no La Parola com contribuições semanais.

Em meio a tempestades, nevoeiros calmarias encontrei espaço para retomar a escrita e a confiança dos amigos do La Parola, no sábado à tarde, em uma cafeteria localizada na Meca do capitalismo: um Shopping.

Meu deus do céu como tem gente nesses lugares, achar uma mesa foi o exercício das mais valiosas virtudes da humanidade: a paciência.

Enfrentada esta etapa , restava buscar a inspiração para redigir o texto e quando não se sabe o que fazer você improvisa. Cotidiano encontrar, palavras parágrafos para descrever a minha leitura de mundo: é isso que farei no La Parola semanalmente.

Quem tem mais fiéis, a igreja católica? a evangélica? Ou o shopping com suas atrações que vão da gastronomia ao fliperama?

Pensando em comida me arrisquei em uma salada de fruta com iogurte , em uma avaliação de um leigo, classifico a iguaria no grau de interessante e assim como seu preço muito interessante R$6,90.

Eu ia me despedir na linha acima, eis que um carrinho me chamou a atenção, pelo seu ocupante um cachorro e o mais assustador ( ao menos para mim), os carrinhos para animais de estimação estão disponíveis no shopping, o que eu vi estava bem comportado; em uma estimativa devem existir uns 20 carrinhos à disposição dos cães que queiram frequentar a Meca do consumismo.

Não estou falando mal, no mínimo interessante este comportamento que gerou essa demanda de carrinhos para animais de estimação poderem passear pelos corredores do shopping com segurança (devia ter feito uma foto), vai entender a atual humanidade e suas demandas de mercado. Ah se tu quiser tem mercado também, mas por prevenção escrevi esse depoimento em uma Meca sem histórico de incêndio. Santé.

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Álvaro Henkes

Álvaro Henkes , Brasileiro da colheita de 1985 , jornalista por escolha e formação, nas horas vagas é atleta.

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